Estar sozinho em um quarto escuro
Longe do mundo, onde não a tempo
Não há noite, não há dia, não há eu e nem você
Onde as únicas companhias são os ratos que habitam ali
Pode ser o melhor remédio, NÃO, pode não ser a
Melhor forma de se abandonar, ou ter a tranqüilidade
Mórbida da podridão de sua própria alma.
Ou pode ser o veneno injetado em suas veias
Que o levará ao sono profundo que o fará descansar em leito
Podre sobre as flores mortas no inverno.
Ou pode ser o seu inferno particular onde gritos silenciosos
O atormentam, rasgando a sua alma a criando feridas eternas,
Ou pode ser a sua própria mentira contada por si mesmo, onde
seus pensamentos profanos o céga da visão de um mundo complexo.

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